Somos uma dupla de pensadores e formadores de opnião da Sociedade atual. Não fazemos apologia a religiões entre outras coisas. Nossa obrigação é com a verdade e com isso somos imparcial. Lutamos para um mundo mais justo, é um direito mundial.
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sábado, 19 de março de 2011
Ministros do Nosso brasil
MINISTROS
Abaixo lista completa de ministros organizada em ordem alfabética.
Pré-sal pode acabar com dependência norte-americana do petróleo árabe, afirmam especialistas
Graças ao seu potencial econômico e energético, o Brasil tem grande possibilidade de exercer um papel de protagonismo no quadro geopolítico da economia petrolífera em um futuro próximo. A opinião é de especialistas do setor entrevistados pelo Opera Mundi. O primeiro passo para essa virada foi dado com a descoberta, em 2007, no litoral, de uma gigantesca quantidade de reservas de petróleo abaixo de uma profunda camada salina, o “pré-sal”. O próximo pode ter início neste fim de semana, durante a visita do presidente norte-americano, Barack Obama, ao país.
Assim como já havia adiantado o chanceler Antonio Patriota, os Estados Unidos estão interessados em comprar petróleo brasileiro a longo prazo e este será um dos temas do encontro entre o mandatário norte-americano e a presidente Dilma Rousseff.
O cenário é favorável para o país. Até o momento, no setor, o Brasil chamava a atenção dos EUA na venda de derivados. Entretanto, com a descoberta do pré-sal, os EUA encontraram no país uma série de razões econômicas e políticas para investir suas fichas mais ao sul.
Para Evaldo Alves, professor de Economia Internacional da Fundação Getúlio Vargas, com maior participação do Brasil, os EUA podem pôr fim à dependência do petróleo no Oriente Médio . “Isso pode ocorrer. O pré-sal ainda é uma incógnita em relação à verdadeira dimensão de suas reservas, mas espera-se que sejam muito grandes. Pode até virar uma nova Arábia Saudita e exercer um papel de estabilidade nesse setor, quebrando assim a “maldição do petróleo”, que levou tantos países a guerras civis no século XX. Nós já temos instituições mais estáveis”.
Para o professor de Relações Internacionais da Unifesp Flávio Rocha de Oliveira , possuir um grande fornecedor que possua estabilidade política e econômica e um histórico de boas relações é outro ponto favorável ao Brasil, ao contrário de tradicionais fornecedores problemáticos aos norte-americanos, sejam aliados, como a Arábia Saudita, ou opositores, como a Venezuela. “Com o pré-sal, os EUA encontrarão um fornecedor com uma economia diversificada, democracia consolidada, estabilidade política e tradição de honrar seus acordos. É mais negócio para eles”, afirma Rocha.
Espera
Segundo Alves, até o momento em que o pré-sal começar a ser extraído comercialmente, o que não deve ocorrer, em sua opinião, em menos de dez anos, o Brasil não reúne condições de começar a atender essa demanda. “O interesse dos EUA no pré-sal é uma bela conversa para nós. A estratégia deles é investir para comprar depois e, assim, preservarem mais suas próprias reservas. Um belo negócio, mas cujo retorno só deverá aparecer mais para frente”, explicou.
Assim como já havia adiantado o chanceler Antonio Patriota, os Estados Unidos estão interessados em comprar petróleo brasileiro a longo prazo e este será um dos temas do encontro entre o mandatário norte-americano e a presidente Dilma Rousseff.
O cenário é favorável para o país. Até o momento, no setor, o Brasil chamava a atenção dos EUA na venda de derivados. Entretanto, com a descoberta do pré-sal, os EUA encontraram no país uma série de razões econômicas e políticas para investir suas fichas mais ao sul.
Para Evaldo Alves, professor de Economia Internacional da Fundação Getúlio Vargas, com maior participação do Brasil, os EUA podem pôr fim à dependência do petróleo no Oriente Médio . “Isso pode ocorrer. O pré-sal ainda é uma incógnita em relação à verdadeira dimensão de suas reservas, mas espera-se que sejam muito grandes. Pode até virar uma nova Arábia Saudita e exercer um papel de estabilidade nesse setor, quebrando assim a “maldição do petróleo”, que levou tantos países a guerras civis no século XX. Nós já temos instituições mais estáveis”.
Para o professor de Relações Internacionais da Unifesp Flávio Rocha de Oliveira , possuir um grande fornecedor que possua estabilidade política e econômica e um histórico de boas relações é outro ponto favorável ao Brasil, ao contrário de tradicionais fornecedores problemáticos aos norte-americanos, sejam aliados, como a Arábia Saudita, ou opositores, como a Venezuela. “Com o pré-sal, os EUA encontrarão um fornecedor com uma economia diversificada, democracia consolidada, estabilidade política e tradição de honrar seus acordos. É mais negócio para eles”, afirma Rocha.
Espera
Segundo Alves, até o momento em que o pré-sal começar a ser extraído comercialmente, o que não deve ocorrer, em sua opinião, em menos de dez anos, o Brasil não reúne condições de começar a atender essa demanda. “O interesse dos EUA no pré-sal é uma bela conversa para nós. A estratégia deles é investir para comprar depois e, assim, preservarem mais suas próprias reservas. Um belo negócio, mas cujo retorno só deverá aparecer mais para frente”, explicou.
Entretanto, se as empresas norte-americanas quiserem participar na ajuda da exploração do pré-sal, terão uma outra dificuldade além de dividir espaço com diversas multinacionais europeias e asiáticas já instaladas antes da descoberta das reservas. Para Rocha, elas terão que mudar sua filosofia tradicional de trabalho. “As norte-americanas têm uma lógica difícil de funcionamento. Enquanto as demais estão mais acostumadas com uma lógica de extração a longo prazo, as norte-americanas querem explorar mais para comprar com mais velocidade. Porque, no futuro, o preço do petróleo será mais caro, já que ele se tornará um produto mais escasso. Para países como Arábia Saudita, Irã, Angola ou Nigéria não é interessante extrair muito agora, pois ficarão mais importantes no futuro.”
Também por isso, Rocha acredita que a descoberta tardia do pré-sal chega a ser um bônus. “O Brasil tem a vantagem do atraso. Agora temos muitos compradores interessados, não só os EUA, mas a China e a Índia. O Brasil não ficaria dependente de um comprador só, pode impor sua lógica. Um não quer? Outros vão querer. É um momento muito interessante, pois eles [os EUA] têm muito mais interesse em vender do que nós em comprar”, afirma.
Too late?
Por mais que os EUA e o mundo procurem cada vez mais alternativas eficientes, a economia do petróleo ainda continuará, por muito tempo , a ser a principal matriz energética do planeta, acredita Alves. “O ser humano usa a racionalidade de maneira limitada. Só passará a usar para valer as novas alternativas de energia quando a atual estiver realmente esgotada. Somos de fato pioneiros na tecnologia do etanol. Mas os interesses envolvidos no petróleo são muito grandes”, alerta.
“Sem dúvida, o uso de energias alternativas será crescente. O problema é o custo. Extrair petróleo é muito mais barato e eficiente do qualquer outra fonte energética, ao lado do gás natural, os dois são imbatíveis. Até países menos desenvolvidos têm demanda crescente de energia, não tem como escapar. A alternativa elétrica seria a energia nuclear, mas é só vermos os problemas no Japão para pesarmos as desvantagens”, disse Rocha. Entretanto, ele acredita que o Brasil tem todo um potencial ainda não explorado para se tornar líder futuramente também nas fontes alternativas – especialmente eólica, solar e nos biocombustíveis.
Contrapartida
Em troca do interesse norte-americano, o Brasil afirmou ter interesse no intercâmbio de cientistas e em uma discussão avançada sobre biocombustíveis, inclusive na área de aviação. Rocha e Alves consideram que a falta de mão-de-obra é, sem dúvida, um dos principais déficits enfrentados pelo Brasil nesse momento no setor – tanto para trabalhos mais manuais como para cargos mais qualificados, como engenheiros e físicos. “Teremos uma dimensão maior mos próximos anos. É hora de olhar para China e índia e ver como esses países importaram a peso de ouro diversos cientistas para lecionar em suas universidades. O Brasil já começou a fazer isso, flexibilizando a permanência de engenheiros estrangeiros nas mais diversas áreas”, afirmou Rocha.
Too late?
Por mais que os EUA e o mundo procurem cada vez mais alternativas eficientes, a economia do petróleo ainda continuará, por muito tempo , a ser a principal matriz energética do planeta, acredita Alves. “O ser humano usa a racionalidade de maneira limitada. Só passará a usar para valer as novas alternativas de energia quando a atual estiver realmente esgotada. Somos de fato pioneiros na tecnologia do etanol. Mas os interesses envolvidos no petróleo são muito grandes”, alerta.
“Sem dúvida, o uso de energias alternativas será crescente. O problema é o custo. Extrair petróleo é muito mais barato e eficiente do qualquer outra fonte energética, ao lado do gás natural, os dois são imbatíveis. Até países menos desenvolvidos têm demanda crescente de energia, não tem como escapar. A alternativa elétrica seria a energia nuclear, mas é só vermos os problemas no Japão para pesarmos as desvantagens”, disse Rocha. Entretanto, ele acredita que o Brasil tem todo um potencial ainda não explorado para se tornar líder futuramente também nas fontes alternativas – especialmente eólica, solar e nos biocombustíveis.
Contrapartida
Em troca do interesse norte-americano, o Brasil afirmou ter interesse no intercâmbio de cientistas e em uma discussão avançada sobre biocombustíveis, inclusive na área de aviação. Rocha e Alves consideram que a falta de mão-de-obra é, sem dúvida, um dos principais déficits enfrentados pelo Brasil nesse momento no setor – tanto para trabalhos mais manuais como para cargos mais qualificados, como engenheiros e físicos. “Teremos uma dimensão maior mos próximos anos. É hora de olhar para China e índia e ver como esses países importaram a peso de ouro diversos cientistas para lecionar em suas universidades. O Brasil já começou a fazer isso, flexibilizando a permanência de engenheiros estrangeiros nas mais diversas áreas”, afirmou Rocha.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Crise política levaria Portugal a pedir resgate, diz premiê
Por Sérgio Gonçalves
LISBOA (Reuters) - A abertura de uma crise política, caso o Parlamento de Portugal vote uma moção contra o programa de novas medidas de austeridade, teria custos gravíssimos e obrigaria Portugal a pedir ajuda externa, disse o primeiro-ministro, José Sócrates, na segunda-feira.
Em entrevista ao canal de televisão SIC, Sócrates afirmou que está "há seis meses a lutar, todas as semanas, para ganhar a confiança e evitar esse cenário", que "seria terrível" para o país. Ele acrescentou que fará tudo possível para evitar uma crise política.
"A consequência de uma crise política, no meu entendimento, era agravar os riscos de financiamento da nossa economia e levar Portugal a pedir intervenção externa", disse o primeiro ministro.
Sócrates respondia ao presidente do Partido Social Democrata (PSD) -- maior partido da oposição portuguesa --, que frisou que não viabilizará as novas medidas de austeridade anunciadas pelo governo minoritário socialista e apresentadas na cúpula dos líderes da zona euro, no fim de semana passado.
"Não quero acreditar que a irresponsabilidade dos partidos os leve tão longe no aproveitamento daquilo que são as consequencias políticas da apresentação de medidas duras que não queiram sequer negociar ou falar com o governo sobre as medidas", disse o premiê.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Força Nacional convoca homens para ajudar em resgate no Japão
Pelo menos 80 bombeiros e 30 peritos foram selecionados.
Viagem ainda depende de aval de ministério.
A Força Nacional convocou 80 bombeiros especialistas em resgates, 30 peritos e 30 cães farejadores para embarcar para o Japão para ajudar no socorro às vítimas do terremoto e do tsunami, segundo informou a Força.
Ainda não há uma decisão sobre quando será o embarque da tropa, pois depende de aval do Ministério da Justiça. Também não há decisão sobre em qual aeronave o grupo será levado ao Japão.
O grupo está à espera de alguma decisão na sede da Força Nacional em Brasília.
O terremoto de magnitude 8,9 seguido de um tsunami na sexta-feira deixou pelo menos 1.353 mortos e 1.085 desaparecidos no Japão, segundo o balanço mais recente da Polícia Nacional.
O terremoto de magnitude 8,9 seguido de um tsunami na sexta-feira deixou pelo menos 1.353 mortos e 1.085 desaparecidos no Japão, segundo o balanço mais recente da Polícia Nacional.
Mas as autoridades admitem que o número de vítimas deve ficar bem maior
fonte: G1.
domingo, 13 de março de 2011
Os Estados Unidos preparam-se para intervir na Líbia
Os Estados Unidos preparam-se para intervir na Líbia
.
Os Estados Unidos e a NATO preparam-se para intervir na Líbia.
Razões humanitárias? Não, controlo do seu petróleo.
A guerra do petróleo.
A Líbia possui 3,5% das reservas mundiais de petróleo (mais do dobre dos Estados Unidos), 80% situa-se na zona este do país.
A Eni (Ente nazionali idrocarburi) realiza na Líbia 15% do seu volume de negócios, mas o mesmo se passa com a BP, Royal Dutch Shell, Total, Basf, Statoil e Rapsol. Centenas de russo de Gazprom e 30 mil chineses que trabalhavam em empresas petrolíferas e da construção civil são obrigados a abandonar a Líbia.
Ao todo com uma população de apenas 6 milhões de habitantes, a Líbia tem um milhão e meio de trabalhadores imigrantes, sobretudo de origem norte africana.
A China mostra-se preocupada com os acontecimentos na Líbia e "deseja que volte rapidamente à estabilidade e à normalidade". As razões são clara: o comercio entre os dois países cresceu 30% em 2010 e a Líbia representa para a China um importante fornecedor de petróleo de que tanto necessita dado rápido crescimento económico. A Rússia defende a mesma posição.
Em contrapartida,os Estados Unidos que tinham apelado a uma transição pacifica no caso do Egipto, desta vez condenam o governo líbio e dizem "dispor de uma gama completa de opções para responder à crise, incluindo acções que poderão desencadear e acções que poderão coordenar com os seus aliados através de instituições multilaterais".
A mensagem é clara: existe a possibilidade de uma intervenção militar USA/NATO na Líbia. Motivo: por fim a um banho de sangue. Na realidade, com a queda de Kadhafi, os Estados Unidos poderiam colocar as suas multinacionais no terreno e explorar as reservas energéticas da Líbia, exploração essa de onde foram até agora excluídos. Os Estados Unidos poderiam assim controlar a torneira energética da qual depende uma grande parte da Europa e sobretudo o seu actual grande rival: a China.
A Líbia tornou-se um importante local do braço de ferro entre a China e o Estados Unidos. Com 5 milhões de técnicos chineses em África, este país participa na construção de industrias e infraestruturas, os Estados Unidos não sendo competitivos nesse campo, apostam na vertente militar nesse continente.
São os Estados Unidos que treinam o AfriCom, principal instrumento de penetração no continente. A NATO também está para concluir um tratado de parceria militar com a União Africana que reúne 53 países africanos. O quartel geral da parceria NATO-União Africana está a ser construído em Adis Abeba na Etiópia e será financiado com 27 milhões de euros da Alemanha e será batizado "Edifício da Paz e da Segurança".
Uma guerra anunciada.
A intervenção dos Estados Unidos e da NATO na Líbia já está a ser preparada a algum tempo, tendo sido planeada para coincidir com as manifestações nos países árabes vizinhos. Os media encarregaram-se de fazer crer na opinião pública que o movimento de protesto líbio tinha surgido espontâneamente arrastado pelos protestos na Tunísia e no Egipto.
O cenário estratégico consiste em fazer pressão para que seja criado e reconhecido um governo intermédio na região este do país o pulverizar posteriormente.
Essa operação já está em curso. "Centenas de conselheiros americanos, britânicos e franceses chegaram à província do Cerinaica, a este da Líbia. Esses conselheiro incluem agentes dos serviços secretos e desembarcaram de navios de guerra estacionados ao largo de Benghazi e de Tobruk" (DEBK Afile,US military advisers in Cyrenaica, 25 février 2011).
Os Estados Unidos e as forças especiais aliadas já estão no terreno para fornecer apoio aos rebeles. Este facto foi confirmado quando comandos das forças especiais britânicas das SAS foram feitos prisioneiros na região de Benghazi (Top Uk commandos captured by rebel forces in Libya: Report, Indian Express, 6 mars 2011) e (U.K. diplomatic team leaves Libya - World - CBS News, 6 mars 2011).
"O "diplomata" britânico capturado com sete soldados das forças especiais, era um membro dos serviços secretos britânico, um agente do M16, em missão secreta" (The Sun, 7 mars 2011)
Uma potência naval massiva dos Estados Unidos já se encontra ao longa da costa da Líbia. O porta aviões USS Enterprise e os navios anfíbios USS Ponce e USS Kearsarge já estão no mediterrâneo.
400 Marines americanos foram enviados para ilha de Creta na Grécia e depois embarcados em navios de guerra em direcção à Líbia (Operation Libya: US Marines on Crete for Libyan deployment, Times of Malta, 3 mars 2011).
A Alemanha enviou 3 navios de guerra com o pretexto de evacuar refugiados na fronteira entre a Líbia e a Tunísia. A França enviou o porta aviões Mistral pelas mesmas razões. O Canadá enviou a fregata Charlottetown.
domingo, 19 de setembro de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
O Chefe
Nos dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diversos casos de corrupção sacudiram o País. O mais grave ficou conhecido como escândalo do mensalão. Dirigentes do PT foram denunciados por montar uma organização criminosa. Lula tratou de abafar investigações e proteger correligionários e aliados
leia o livro aki : http://www.escandalodomensalao.com.br/indice.php
leia o livro aki : http://www.escandalodomensalao.com.br/indice.php
sábado, 21 de agosto de 2010
Relembrando A Morte dos Kennedy
Quando se fala nos Kennedy, a palavra tragédia é evocada como uma marca dessa família, uma das mais ricas e famosas dos Estados Unidos. Para quem conhece pelo menos um pouco a história dessa ilustre linhagem, sabe que está marcada por sangue e muita conspiração.
A começar pelo assassinato do presidente mais popular dos Estados Unidos, após Abraham Lincoln, John Fitzgerald Kennedy.
A trágica cena do desfile presidencial em 22 de novembro de 1963, registrada em Dallas por um cineasta amador, mostra que a morte de John Kennedy revela segredos e mistérios até hoje especulados pela mídia.
O primeiro é que havia dois assassinos e não um como divulgou a polícia. Porque, de acordo com o vídeo o presidente foi atingido por uma bala na parte frontal da cabeça que a empurrou violentamente para trás. Porém, o assassino oficial estava posicionado atrás da limusine quando ocorreu o primeiro disparo, concluindo que o tiro foi disparado por outra pessoa. No entanto, não puderam confirmar essa teoria, pois uma hora após o crime, Lee Harvey Oswald foi preso com a arma que matou o presidente e confessou o crime. Dois dias após o atentado, Oswald foi morto na garagem da delegacia de polícia por um homem que disse querer vingar a morte do presidente.
Após a tragédia que marcou a história da América, muita gente acabou na sepultura. Lee Bowers Jr. afirmou ter assistido o desfile presidencial em Dallas e viu dois homens armados atrás de uma cerca. De acordo com Bowers, os suspeitos fugiram após o tiro fatal. Embora ninguém tenha dado crédito ao depoimento de Bowers, a imprensa continuou divulgando sua história. Três anos depois, ele morreu num estranho acidente automobilístico no qual seu carro se chocou numa ponte.
Sobrou até para o deputado Hale Boggs, que discordou publicamente da tese de que havia apenas um atirador. Ele declarou que estava sendo pressionado pelo FBI para mudar de idéia. Boggs desapareceu misteriosamente junto com o avião no qual viajava para o Alasca, e jamais foi encontrado. Boggs fazia parte da Comissão Werren, responsável pela investigação do caso.
O agente da CIA, Gary Underhill afirmou que alguns de seus colegas estavam envolvidos na morte do presidente Kennedy. Ele foi encontrado morto com uma bala na cabeça e uma arma automática na mão esquerda. Underhill era destro.
E a lista de mortos no caso Kennedy é bem maior do que se imagina. O fato é que todos aqueles que de alguma maneira apresentaram teses ou idéias contrárias às divulgas pela Comissão Werren, foram mortos enigmaticamente sem deixar rastros.
De acordo com o filme JFK A Pergunta Que Não Quer Calar (1991) , de Oliver Stone, a morte do presidente Kennedy foi arquitetada por uma grande conspiração que envolvia até Fidel Castro. Além de Richard Nixon, Maçonaria, Illuminati, CIA, KGB e muita gente mais. Terá sido esta a explicação verdadeira da morte de John Kennedy? Ou Stone não passa de mais um conspirólogo bem sucedido? Uma coisa é certa, ninguém teve coragem de contestar sua tese. Nem a favor, nem contra. O filme acabou sendo sucesso de bilheteria na época.
Lista de tragédias
Mas a lista de tragédias na família Kennedy não parou por aí. Em 12 de agosto de 1944, Joseph P. Kennedy Jr., irmão mais velho de John Kennedy, de 24 anos, morreu quando o avião militar que pilotava explodiu sobre a Europa durante uma missão de bombardeios na Segunda Guerra Mundial.
Em 5 de junho de 1968, Robert F. Kennedy, irmão do presidente e Secretário da Justiça, foi assassinado num hotel em Los Angeles aos 42 anos de idade. O assassino que o atacou no saguão do hotel estava de frente para a vítima, mas a bala que o matou foi disparada pelas costas de Robert, pois ela estava alojada na nuca.
Anos depois, dois filhos de Robert morreram também de forma trágica. Em 25 de abril de 1984, David Kennedy morreu após uma overdose de drogas em West Palm Beach , na Flórida. Em 31 de dezembro de 1997, treze anos depois, Michael Kennedy morreu em um acidente de esqui em Aspen, Colorado.
A última tragédia foi em julho de 1999 quando o filho do presidente Kennedy, John Kennedy Jr. – John-John como era mais conhecido -, morreu num acidente de avião junto com sua esposa Carolyn.
Teoria da Conspiração ou não, a família Kennedy apesar de rica e famosa, é bastante amaldiçoada.
Kennedy denuncia as sociedades secretas
Palestinos aceitam convite dos EUA para retomar negociações com Israel
Anúncio foi feito por líder da Organização de Liberação da Palestina.
Acordo abre caminho para as primeiras negociações diretas desde 2008.
Acordo abre caminho para as primeiras negociações diretas desde 2008.
A Organização de Liberação da Palestina (OLP) aceitou o convite dos Estados Unidos para retomar as negociações diretas de paz com Israel no início de setembro em Washington, anunciou nesta sexta-feira (20), Yaser Abed Rabbo, um dos líderes da organização.
O anúncio, feito após um encontro de emergência convocado em Ramallah, abre caminho para as primeiras negociações diretas entre palestinos e israelenses desde 2008.
Segundo o líder da OLP, Israel poderá colocar em risco as negociações se não parar completamente a ampliação de assentamentos judaicos em territórios reivindicados pelos palestinos.
Israel já havia aceitado o convite feito mais cedo por Washington para dar início a uma nova rodada de conversas a partir de 2 de setembro entre o presidente palestino, Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Netanyahu vem há tempos buscando a retomada das conversações, que foram paralisadas antes da guerra em Gaza, no fim de 2008. Ele disse estar pronto a se reunir a qualquer hora com o presidente palestino, Mahmoud Abbas.
O chefe dos negociadores palestinos, Saeb Erekat, disse à agência de notícias Reuters que o comunicado "contém os elementos necessários para sustentar um acordo de paz". Já o grupo Hamas rejeitou o diálogo direto de paz com Israel, anunciou num porta-voz do movimento islâmico.
O anúncio, feito após um encontro de emergência convocado em Ramallah, abre caminho para as primeiras negociações diretas entre palestinos e israelenses desde 2008.
Segundo o líder da OLP, Israel poderá colocar em risco as negociações se não parar completamente a ampliação de assentamentos judaicos em territórios reivindicados pelos palestinos.
Israel já havia aceitado o convite feito mais cedo por Washington para dar início a uma nova rodada de conversas a partir de 2 de setembro entre o presidente palestino, Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Netanyahu vem há tempos buscando a retomada das conversações, que foram paralisadas antes da guerra em Gaza, no fim de 2008. Ele disse estar pronto a se reunir a qualquer hora com o presidente palestino, Mahmoud Abbas.
O chefe dos negociadores palestinos, Saeb Erekat, disse à agência de notícias Reuters que o comunicado "contém os elementos necessários para sustentar um acordo de paz". Já o grupo Hamas rejeitou o diálogo direto de paz com Israel, anunciou num porta-voz do movimento islâmico.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Dilma Housseff Prós e Contras, uma terrorista ou não!
Curriculo da Dilma
Dilma 3 anos de cadeia por assalto, sequestro e terrorista
Dilma Rousseff fala sobre acusação de ser 'terrorista'
Dilma 3 anos de cadeia por assalto, sequestro e terrorista
Dilma Rousseff fala sobre acusação de ser 'terrorista'
Emprego e salário , lista de preocupações do brasileiro
Situação dos trabalhadores do brasil não esta boa "como sempre " jornal nacional mostra .
Emprego e salário estão em 4º em lista de preocupações do brasileiro
Emprego e salário estão em 4º em lista de preocupações do brasileiro
O submarino Nuclear e a Bomba brasileira
| O submarino Nuclear e a Bomba brasileira | |
Desde o início do Programa Nuclear Brasileiro, sempre houve a suspeita da oposição política do governo de que os verdadeiros motivos do ato do presidente Geisel era de adquirir a tecnologia da bomba atômica e do submarino nuclear. É importante salientar que o governo brasileiro, por todo esse tempo, em nenhum momento assumiu que o Programa Nuclear estivesse interessado em qualquer tecnologia bélica, muito menos do submarino e da bomba atômica. | |
| Ainda assim, devido ao incansável senso de investiga- ção da imprensa da época, vá- rios detalhes das operações militares vieram à tona, e que realmente revelava a existência do Programa Paralelo, que em muito foi mistificado pela própria imprensa, mas que tinha objeti- vos bem claros, e inicialmente, bem distantes da bomba. | |
Quando o Brasil firmou o já mencionado Acordo com a Alemanha, estava estabelecido que a Alemanha cederia ao Brasil a tecnologia da construção da central nuclear, bem como o método de enriquecimento do urânio, um processo considerado de altíssimo nível tecnológico, e ponto chave do ciclo nuclear. Na época (e é assim até os dias atuais), eram conhecidos basicamente dois métodos de enriquecimento: por ultracentrifugação (usado por quase todos os países detentores de usinas nucleares) e por jet-nozzle, que estava em fase de desenvolvimento pela Alemanha. Como este país não tinha permissão da Comunidade Internacional para pesquisas neste campo, a Alemanha viu no Brasil uma excelente oportunidade, vendendo por um preço bem razoável, de instalar laboratórios para continuar suas pesquisas. E aí o Brasil cometeu seu maior erro. | |
| Dezenas de laboratórios foram aqui montados, diversos equipamentos foram comprados, e milhares de pessoas foram treinadas para tentarem completar a pesquisa. Mas o que era suspeitado por muitos países acabou se confirmando: o processo por jet-nozzle era altamento complexo, e totalmente inviável para os fins que o Brasil desejava. Com isso, o Acordo perdia quase que a metade de suas vantagens. | |
O enriquecimento do urânio é um processo extremamente complicado, e ao mesmo tempo vital para o funcionamento de uma usina nuclear, uma vez que o combustível usado dentro dos reatores é o urânio enriquecido. O urânio, como é encontrado na natureza, é o U238, e depois de passar pelo processo de enriquecimento, é extraído o U235 que, depois de sintetizado com oxigênio, é encapsulado para ser comercializado e usado sob a forma de pastilhas. | |
Centro Experimental de Aramar, base do Programa Paralelo | |
| É aí então que entra o Programa Paralelo. Os militares, sob liderança do General Golbery do Couto e Silva, principal homem do presidente Ernesto Geisel, visou a criação de um complexo de pesquisa tecnológica que tivesse como objetivo desenvolver e controlar o processo de enriquecimento do urânio por ultracentrifugação, absolutamente clandestino e sem fiscalização internacional. Depois da comprovação do fracasso do processo vendido pela Alemanha, o então diretor-geral de Materiais da Marinha Maximiano da Fonseca iniciou a articulação das três Armas. Foi então criado o Centro Experimental Aramar, em Iperó, no interior do estado de São Paulo. | |
| Conforme as instalações mi- litares progrediam, o público in- vestigava cada vez mais os re- ais objetivos de Aramar, e em 1986 a Marinha finalmente assu- miu o fato de que o Complexo, além de pesquisar o processo de ultracentrifugação, também realizava pesquisas no | |
campo de reatores nucleares de 50 Mwatts para serem instalados em submarinos nucleares. Conforme o contra-almirante Mario Cezar Flores, "O projeto Aramar será um centro de testes de propulsão, inclusive para o submarino nuclear, conforme tecnologia já aplicada em outros países, como a Inglaterra. Os testes com o reator do submarino movido a energia nuclear são feitos em terra." Muito antes, em 1982, os militares já anunciavam que haviam dominado por completo o conhecimento do processo de enriquecimento via ultracentrifugação. O Programa Paralelo começava a mostrar resultados. | |
Local de testes do Projeto Manhattan, responsável pelo desenvolvimento da Bomba Atômica |
| Em fins de 1986, já no governo do presidente José Sarney, a imprensa novamente atacou publicando a descoberta de várias contas bancárias secretas do governo, assim como movimentações financeiras de altíssimos valores, sem registro de origem nem destino. Na mesma época, foi descoberto no sul do Pará uma base da Aeronáutica conhecida como Serra do Cachimbo, que continha perfurações de 320 metros de profundidade, revestidas de cimento, cuja finalidade nunca foi explicada de forma convincente pelos militares. | |
| Um estudo feito pela Comissão de Acompanhamento da Questão Nuclear, da Sociedade Brasileira de Física, mostrou a semelhança dessas perfurações com as existentes no Nevada Test Site, nos Estados Unidos, | Fat Man, bomba lançada sobre Hiroshima que liberou uma energia de 5 quilotons |
que são utilizadas para testes nucleares subterrâneos. Além de tudo isso, o Centro Tecnológico da Aeronáutica desenvolvia o projeto de um foguete brasileiro destinado, em princípio, a ser um veículo lançador de satélites, mas que poderia ser adaptado para carregar ogivas nucleares, partindo das já contruídas plataformas de lançamento de Natal e Alcântara. | |
| Todos esses dados indicavam claramente que o Projeto Aramar estava perseguindo a idéia da Bomba Atômica impetuosamente. Conforme publicado pelo jornal O Estado de São Paulo, "a arma nuclear estratégica principal do Brasil seria um artefato de 20 a 30 quilotons (quatro a seis vezes mais poderoso do que o usado em Hiroshima), feito | |
| com plutônio e lançado por um imenso míssil de 16 metros de altura, 40 toneladas de peso, classe MRBM (Medium Range Ballistic Missile), capaz de cobrir cerca de 3 mil quilômetros transportando uma ogiva de guerra de mais de uma tonelada. É a versão militar do VLS/Veículo Lançador de Satélite, que o Instituto de Atividades Espaciais, de São José dos Campos, prepara..." Esta notícia jamais foi confirmada pelos militares. Mas também nunca foi desmentida. | |
| Mais importante que esses dados reveladores, era o fato de que os mais altos escalões das Forças Armadas eram favoráveis publicamente à bomba. Apesar de tudo isso, em nenhum momento os militares se expressaram com relação a este assunto. Em 1991, durante o governo Collor foram fechadas todas as instalações da Serra do Cachimbo, e o Complexo | Teste da bomba Mike, primeiro artefato bélico à base de fusão nuclear |
Aramar continua a existir com limitados recursos financeiros encaminhados pela Marinha. Aparentemente, com o fim do governo militar, toda a busca pelo poderio bélico que a tecnologia nuclear poderia trazer foi cessada. Ainda assim, aparentemente. | |
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